O que faz a diferença entre ligações iônicas e covalentes?

Essa é uma excelente pergunta e não tenho certeza de que essa resposta seja adequada. Nos extremos, é simples. A ligação covalente é formada por dois elétrons, ocupando uma função de onda comum que é ligada por dois átomos. Ao contrário do que muitos dirão, os elétrons não precisam vir de átomos diferentes. Assim, o composto formado com a estrutura BH3NH3 possui todas as propriedades físicas de uma ligação covalente, mas o único par de amônia fornece os dois elétrons. Uma das principais propriedades é que a estrutura é fixa e geralmente possui uma estrutura fixa que é mantida o tempo todo, exceto a quebra do composto.

Um composto iônico é aquele em que os dois elétrons residem em um átomo, um dos quais foi transferido para formar o par no ânion que, além da carga líquida, se comporta como um par solitário. Normalmente, eles não têm outra estrutura além da embalagem de cargas opostas, que é definida pelo tamanho dos íons. Os compostos iônicos se dissolvem em solventes que podem fornecer estabilização da polarização.

O problema surge com certos compostos descritos como tendo natureza iônica. Estes possuem estrutura, mas possuem grandes dipolos em suas ligações e podem se dissociar, pelo menos parcialmente, em solução. Estes tendem a envolver metais com grande valência. A questão é: qual é a diferença entre a ligação iônica pura e uma ligação iônica em que um par de elétrons está fortemente associado ao chamado "cátion" para formar uma estrutura? O AlCl3 é iônico? Você decide.